Meu estilo (nada muito sério e nada muito engraçado). Always "under construction"!!!!!!!!! " PODEMOS ESCOLHER O QUE PLANTAR , MAS SOMOS OBRIGADOS A COLHER O QUE PLANTAMOS " Provérbio chinês
sexta-feira, 17 de abril de 2026
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
sexta-feira, 6 de outubro de 2023
CONSTITUIÇÃO PRIMAVERA
CONSTITUIÇÃO PRIMAVERA
Aládia F. Carvalho em 05-10-1988 Formosa- Goiás (minha mãe, que chorou ao reler sua crônica, dizendo estar inspirada neste dia e eu com orgulho concordo plenamente!)
“O dia parece diferente: há qualquer coisa pairando no ar. A bela festa das Olimpíadas já passou e a expectativa agora é para a “Primavera”. Ela traz em seu seio algo novo: é uma esperança muito verde que vibra no peito dos brasileiros. Mesmo os mais indiferentes sentem que alguma coisa está mudando.
Estamos vivendo grandes dias! Após longos anos de espera e bom período de discussões e entendimentos, surge a Nova Constituição Brasileira com o prenúncio de dias melhores.
Certamente que a promulgação da Lei Maior, que agora está nascendo, não solucionará os grandes problemas do Brasil. Sabemos que amanhã milhares de crianças acordarão sem ter o que comer muitos homens continuarão analfabetos e desempregados vivendo em condições inadmissíveis para seres racionais ; continuará a corrupção apesar de haver homens honestos e competentes ocupando os altos cargos na República; brilharão muitos parlamentares na luta pelo crescimento de todos, entretanto outros se omitirão traindo o povo que lhes delegou o direito e o dever de representá-lo.
Nossa querida Pátria vai continuar sendo o país do futuro e a terra da esperança, mas o que importa agora é o momento histórico que pertence a todos e que jamais poderá ser tirado da memória e do coração de cada um.
A Constituição Primavera não é aquele primor de Carta Magna que se se deseja mas vem tão carregada de esperança, que faz com que esta geração de brasileiros se torne privilegiada por viver tão grande acontecimento político. Privilegiada, também, por trazer dentro de si o doce sentimento que tem a cor dos gramados de Brasília e da floresta amazônica, os mais variados matizes da agricultura brasileira e ainda os tons do mar do imenso litoral do Brasil. Este sentimento não se esvairá jamais da alma do povo pois está estampado no seu símbolo maior que é a Bandeira e foi sempre esta ESPERANÇA que acalentou todos os sonhos dos filhos deste país que se unem de Norte a Sul nos grandes momentos de sua HISTÓRIA.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
2 anos
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023
sábado, 9 de julho de 2022
😢
domingo, 26 de junho de 2022
😉
domingo, 17 de abril de 2022
sábado, 16 de abril de 2022
domingo, 27 de março de 2022
...
quinta-feira, 17 de março de 2022
segunda-feira, 3 de janeiro de 2022
segunda-feira, 22 de março de 2021
sábado, 4 de julho de 2020
FOI DEUS - EDSON E HUDSON Compositores: Bruno / Edson / Felipe / Marcelo Justino De MoraesLetra de Foi Deus © Peermusic Publishing, Universal Music Publishing Group, Sony/ATV Music Publishing LLC
Eu que sonhava um dia viver
Um grande amor assim, foi Deus
Acorrentado em teus olhos me vi
Quando te vi pela primeira vez
No teu sorriso hoje eu quero viver
No teu abraço encontrei minha paz
Ter esperado o tempo passar
Pra de uma vez meu amor entregar
E não sentir solidão nunca mais
De todos os tempos
É ou não é?
Quem 'tá feliz joga a mão
E faz barulho, Goiânia
É sempre Deus
Foi Deus, numa oração que um dia eu pedi
Acorrentado em teus olhos me vi
Quando te vi pela primeira vez
No teu sorriso hoje eu quero viver
No teu abraço encontrei minha paz
Ter esperado o tempo passar
Pra de uma vez meu amor entregar
E não sentir solidão nunca mais
Eu que sonhava um dia viver
No teu abraço encontrei minha paz
Ter esperado o tempo passar
Pra de uma vez meu amor entregar
E não sentir solidão nunca mais
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Ainda Fernanda Young
Fernanda Torres, sobre a morte de Fernanda Young:
"Por caminhos que ninguém explica, nos fundimos numa mesma Vani. Por três anos de série e duas películas dos Normais, fui seu alter ego anárquico e desconcertante. Ganhei de bandeja um ser tão potente, tão fruto das qualidades da Young, que acabei me tornando ela. Me tratavam, até hoje me tratam, de doida demais na rua; riem comigo e agradecem o prazer da convivência com aquela alma liberta. Minha persona pública se mesclou com a da Fernanda sem que eu tivesse que ter o peito, a ousadia e a coragem dela de encarar a cafonice do mundo, de denunciá-la e virá-la do avesso.
Fernanda e Alexandre [Machado] são dois punks que se travestiram de cordeiros, de noivos, de normais, para incitar a loucura geral da nação. E eu e Luiz Fernando Guimarães surfamos na pele deles, do Rui Alexandre e da Vani Fernanda, no melhor “ménage a quatre”, na melhor das orgias que um ator pode sonhar participar.
Por isso, a morte dela é também a minha, a de nós todos. Tão nova, e linda, e mãe, e mulher pra cacete. Como é possível? Passado o estupor da notícia, me veio a tristeza imensa, imensurável, de quem perdeu uma parte de si mesmo. Só posso explicar assim."
A última coluna de Fernanda Young
A última coluna de Fernanda Young, publicada em O Globo. Vale muito a leitura.
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Bando de cafonas
A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. Não exatamente nas roupas que vestimos ou nas músicas que escutamos — a pessoa quer falar do mau gosto existencial. Do que há de cafona na vulgaridade das palavras, na deselegância pública, na ignorância por opção, na mentira como tática, no atraso das ideias.
O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo e esfrega sua tosquice na cara dos outros. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas.
O cafona manda cimentar o quintal e ladrilhar o jardim. Quer todo mundo igual, cantando o hino. Gosta de frases de efeito e piadas de bicha. Chuta o cachorro, chicoteia o cavalo e mata passarinho. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. É rude na língua e flatulento por todos os seus orifícios. Recorre à religião para ser hipócrita e à brutalidade para ser respeitado.
A cafonice detesta a arte, pois não quer ter que entender nada. Odeia o diferente, pois não tem um pingo de originalidade em suas veias. Segura de si, acha que a psicologia não tem necessidade e que desculpa não se pede. Fala o que pensa, principalmente quando não pensa. Fura filas, canta pneus e passa sermões. A cafonice não tem vergonha na cara.
O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer vencer, para ver o outro perder. Quer ser convidado, para cuspir no prato. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos.
Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país.